Acompanho adultos que atravessam momentos difíceis ou que sentem que querem viver de outra forma. Estes são alguns dos motivos mais comuns que levam as pessoas a procurar acompanhamento:
Ansiedade e depressão
Preocupação constante, ataques de pânico, tristeza persistente, cansaço, irritabilidade, falta de motivação. O acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender o que está na origem destas dificuldades e a encontrar formas mais saudáveis de lidar com as mesmas.
Dificuldades nas relações (familiares, amorosas, de amizade ou trabalho)
Conflitos repetidos, dificuldade em confiar ou em estabelecer limites, medo de abandono ou de proximidade, relações que não correspondem ao que deseja. Convido-o a olharmos juntos para os padrões, para o que os mantém e a experimentar novas formas de estar, consigo e com os outros.
Dificuldades na relação consigo próprio
Processos de perfecionismo e autocrítica, com impacto significativo na forma como se vê a si próprio e confia nas suas capacidades.
Decisões importantes e momentos de mudança
Términos de relação, mudanças importantes e decisões com impacto na sua vida. Disponibilizo-me a criarmos um espaço para pensar com calma, clarificar valores e escolher com mais confiança.
Cuidar de alguém com demência
À medida que a pessoa de quem cuidam vai mudando, muitos cuidadores sentem cansaço persistente, culpa, tristeza, irritação, solidão e um luto que começa antes da perda efetiva do seu familiar. É comum também haver conflitos familiares e decisões difíceis a tomar sobre cuidados, apoio e limites. Conheço bem este percurso, pois trabalhei na Associação Alzheimer Portugal durante 5 anos, e por essa razão, ofereço um espaço para pensarmos juntos nestas dificuldades, cuidar de si e encontrar formas de viver esta fase com mais apoio.
Qual é a minha abordagem?
Trabalho de acordo com um modelo integrativo, o que significa ajustar a forma de trabalhar a cada pessoa, ao que a própria traz a este processo psicoterapêutico e aos diferentes momentos do mesmo.
Começamos por perceber o que é mais importante para si e definimos objetivos. Ao longo do processo, vamos avaliando o que está a mudar, o que está a ser útil, e ajustamos o caminho sempre que necessário.
Haverá alturas em que ajudará observarmos pensamentos e comportamentos que mantêm as suas dificuldades, outras em que o essencial é dar espaço às emoções e compreendê-las melhor, o que nos pedem e do que precisam, e outras alturas em que pode ser importante pensar no que realmente faz sentido para si, para a sua vida, e nos valores que norteiam as suas escolhas.
A forma como cada pessoa se liga a si própria e aos outros atravessa todo este trabalho.
A minha formação inclui Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia Focada nas Emoções, AEDP (Accelerated Experiential Dynamic Therapy) e modelos baseados na vinculação (attachment).
Será a nossa relação terapêutica que dará sentido a como e quando uso cada abordagem.